quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

→Vampiros & Amor – Soltos em Forks → Capitulo 4.

#Flash back do Edward#

Minha pequena garota, que junto a mim ficou doente, ela foi levada para um medico e meus pais me levaram para fora do país.

Onde encontraram Carlisle Cullen, eu estava para morrer de uma doença rara e desconhecida, quando meus pais me deixaram sob os cuidado de Carlisle, eles tiveram de ir a uma cidade vizinha buscar remédios – já que Carlisle não podia me deixar, - graças à febre que sempre subia a temperaturas letais.

Quando voltavam foram assaltados em uma rua sem movimento, o maldito assaltante não se contentou apenas com o dinheiro, as jóias de minha mãe e meus remédios.

Minha linda mãe e meu valente pai foram friamente assassinados. Sentia tanta saudade deles. Carlisle jurou cuidar de mim eu senti muita dor, um fogo queimando-me impiedosamente as veias, Carlisle disse que a dor passaria logo e que eu era forte como um leão.

–"Leão, eu sempre fui um." Eu pensava – Carlisle disse que a dor era necessária, do contrario minha vida seria perdida.

Não perdi minha vida naquela noite de tempestade em Chicago. Mas perdi algo que era muito mais precioso pra mim.

Não lembro seu nome, mais sei que a chamava de ‘Anjinho

 

#Fim do Flash back do Edward#

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#Flash back da Bella#

Os olhos verdes e alegres do meu leãozinho. Ele não gostava de ser chamado assim, mais quem mandou ele me dar um leão de pelúcia com olhos verdes como os dele?

Divertimo-nos muito naquele circo que chegou a cidade, vindo do Brasil. Infelizmente o show foi curto, alguns dos membros das apresentações estavam doentes.

Ele ganhou meu leão da montanha de pelúcia no tiro ao alvo, depois que saímos da grande lona onde estava montado o picadeiro. Voltamos rápido para casa, já que meu pai disse que eu deveria estar de volta antes do crepúsculo. Naquela linda tarde em Londres, fora da vista rigorosa de meu pai, meu leão dos olhos verdes me beijo, primeiro nas costas de minha mão, depois em minha testa, e finalmente depois de dois meses cortejando-me, eu ganhei um doce beijo nos lábios. Foi quente e meus joelhos ameaçaram me derrubar. Um singelo selinho. (a covernanta disse-me sobre beijos).

O mundo poderia cair que eu não ouviria, muito menos ligaria, se eu estivesse ao lado do meu bravo e amável leão, nada mais importaria.

Recebi a noticia assim que acordei:

Meu namorado ficou doente. Ao mesmo tempo em que fique. Nenhum medico das redondezas sabia explicar as febres altíssimas, nem por que tossíamos sangue.

Eu já estava ficando temerosa por ele, não queria que meu e destemido leão caísse abatido.

Umas semanas, depois do inicio de sintomas amedrontadores, nem ele nem eu conseguíamos sair de nossas camas, sem uma ajuda.

Conversávamos por bilhetes, que eram escritos e entregue por criados dos nossos pais. Já que nem escrever eu conseguia fazer sozinha.

O ultimo bilhete que recebi dizia:

"Querem me levar para fora do país, eu não quero me distanciar de você.

Para meu único amor... Anjinho

Assinado: Edward Anthony Masen."

Eu mandei – antes da ultima hora daquela manhã ensolarada – minha resposta:

"Estou de partida em busca de tratamento também. Vá, cure-se e volte para mim. Eu sempre irei amá-lo. Não importa o que aconteça comigo Edward. Serei sempre sua.

Assinado: Isabella Marie Swan."

Lembro-me vagamente de ser levada de um médico a outro. O diagnóstico que todos apresentavam, era o mesmo irremediável fim.

Morte.

"Não" eu pensava

"Não vou, não sem antes ver seus olhos verdes novamente." eu dizia a meu leão de pelúcia.

Minha memória começava a se esvair como pó na ventania. Tudo o que chegava, colocava algo para fora.

"Meu nome é Isabella Marie Swan, tenho 19 anos, nasci em Londres, na data de 13 de setembro de... de.. Droga, qual é o maldito ano em que nasci." Eu chorava...

Queria voltar para casa, mais meus pais queriam continuar procurando um médico que me curasse.

"Quero voltar, vê-lo novamente. Por tudo que é mais sagrado, me levem de volta à Londres." Eu implorava.

Mas nada mudava.

Eu não tinha mais forças para chorar ou implorar após outra semana, doente e sem ‘ele’. Levaram-me levou ao doutor Laurent. Ele também disse não saber o que eu tinha.

Meu pai Charlie, suicidou-se por conta do desgosto de ver sua única filha morrendo em plena juventude.

E minha mãe Renée, cometeu o mesmo ato, mas por desespero de não saber o que fazer de sua própria vida, pois ela vivia por essa família.

A dor infernal veio logo após, era o verdadeiro inferno. Minha mãe uma vez me disse que garotas que beijavam antes do casamento, não tinham lugar no céu. Eu fui renegada por um beijo, mas não sentia arrependimento.

Eu só lembrava-me do leãozinho de pelúcia. Mas não lembro o nome do rapaz de olhos verde-esmeraldas que me presenteou.

#Fim do flash back da Bella#

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