sábado, 23 de janeiro de 2010

Vampiros e Amor - Soltos em Forks - Capitulo 10

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Capitulo 10 - Lobo.boca e Dores ilusória

# Kate PDV #

Os adolescentes bêbados voltaram para a van e saíram antes do sol nascer. Eu fique andando na areia, descalça segurando minha Melissa em cada mão.

Ainda bem que troquei minha fantasia, por um vestido preto com detalhes em branco, que Vic me deu de presente no dia dos namorados.

Eu nunca passava essa data tão linda sozinha. Mas minha companhia era sempre a de um humano. Mas os encontros nunca passavam de uma ida ao cinema, ou ao teatro, uma conversa amigável – isso quando o rapaz não gaguejava, e depois, com se eu fosse o vento, desaparecia.

Eu sou romântica, mas nunca achei um vampiro por quem me apaixonar. E isso era frustrante. Minha beleza é digna de adoração, como a de muitas vampiras por aí, não como a beleza de Rosalie, claro que não, mas ajudava a não ficar de vela o tempo todo.

Era um grande esforço, não drenar o sangue dos caras com quem sai, mas eu faria tudo o que fosse possível para um dia achar meu amor verdadeiro.

Tirando-me do momento mais filosoficamente romântico que já tive, um rosnado altíssimo soou por dentre as arvores.

Estaquei no lugar onde estava. Não era um rosnado de vampiro, nunca ouvi nada tão selvagem e animalesco.

Seja lá o que for, saltou uma única vez e já estava atrás de mim, esse salto foi de quase 100 metros, do local das arvores ate mim.

Eu não consegui me virar, a coisa fedia tanto que se eu tivesse bebido sangue, talvez se possível, eu o estaria vomitando.

Minhas mãos, que estavam penduradas e firmes ao lado do meu corpo, juntaram a tão conhecida carga elétrica nas pontas dos meus dedos, se essa coisa me atacasse, eu estaria pronta para revidar.

A coisa fungou, absorvendo meu cheiro e logo fez um som estranho de repulsa, bufando em meu cabelo solto. O cheiro enviado a mim era horrível, e do ponto onde atingiu minha cabeça, pude notar o quão alto era aquilo. Suspirei pesadamente, sentindo como se o ar fosse rarefeito.

- Droga! – sussurrei a mim mesma.

Talvez eu estivesse muito encrencada.

# Irinia PDV #

Laurent e eu nos soltamos e corremos em direção a praia, estávamos bem perto, pois do ponto alto onde estávamos podíamos ver a areia pálida.

Corremos tão rápido que quando dei por mim, já podia ver as ondas quebrando-se na praia. Dali fomos caminhando e não correndo, pois eu não sabia quem rugiu, mas não foi um vampiro ou um leão já que eles raramente saem das montanhas.

Senti um aperto estranho no peito, no lugar em que meu seco coração estava. Eternamente parado.

- Olhe. – disse Laurent, apontando uma pilha de trapos, que poderiam ter sido roupas um dia.

Não ligando mais em ser vista, corri em direção à praia o mais rápido que pude, para um segundo depois, ver o lobo mais horrendo e gigantesco bufando nas costas de Kate, que devia estar concentrada em seu poder, pois a vi formar sua costumeira ‘luva’ de eletricidade de cor azulada.

Ela suspirou pesadamente. E sussurrou. – Droga!

- Kaaaaaaate. – gritei o mais alto que pude.

- Paul – Laurent chamou. Mas chamou quem? Não tinha mais ninguém na praia.

Em resposta, o lobo rugiu mais baixo.

- Não precisa atacar. Nada foi rompido. Elas são recém-chegadas. Deixe Kate em paz.

O lobo pulou, e adentrou a mata.

- Você conhece aquilo? – perguntei enquanto andava até Kate. – Está bem, Kate?

Quando coloquei minha mão em seu ombro.

- Ai, droga. Kate isso dói! – levei um baita choque, Edward estava certo quando me disse que doía muito.

- Aquele é Paul Black. Um lobisomem. – Laurent nos informou.

- Como assim? Isso não existe. É só lenda. – Kate disse virando-se para encará-lo.

- Vampiros também são pura lenda. E olha quanta lenda viva existe em Forks. – ele foi irônico, mais era verdade.

Processamos a informação e logo um odor parecido como do tal lobisomem, surgiu no ar.

- O fedorento tá por aqui! – disse Kate tampando o nariz.

- Como se vocês não fossem fedorentos... – disse o tal Paul Black. – Agora, parasita, me explique o que você falou sobre as parasitas novatas.

Parasita?

- Do que você me chamou? – Kate se irritou – Seu cachorro pulguento, como ousa? Te deixaram sem ração e você ficou nervosinho foi? Da próxima vez, busque o jornal, quando lhe mandarem. – ela provocou.

- Laurent, segure sua amiga sanguessuga antes que eu perca o controle.

- Você a ofendeu primeiro. – ele defendeu-nos. – Elas chegaram ontem pela noite em Forks.

- E você e sua corja nunca ouviram falar em telefone? – ele fez piada – nós já avisamos que não nos responsabilizamos caso vocês não avisem da chegada dos seus amiguinhos de tumba e alguém saia morto, ou seja lá o que acontece com os mortos-vivos.

Laurent ignorou as piadinhas do babaca do Paul.

- Não ligamos antes da chegada dele, porque não sabíamos que eles estavam chegando e... – Laurent disse.

- O que? – Paul o interrompeu – Então elas não são suas amigas? – ele perguntou começando a tremer.

Eu dei risada, mas logo parou.

- Claro que são nossas amigas. É uma longa história. Gostaria de falar com todos do seu bando sobre isso.

Agora fique abismada. Tem um bando de cachorros fedendo a gambá atropelado pelo caminhão de lixo?!

Trocamos mais algumas palavras com Paul, e estávamos voltando para casa. Combinamos com ele que ligaríamos mais tarde para combinar uma hora, para que os Swan e os Cullen fossem conversar com o bando Quileute. A caminho de casa Laurent me perguntou:

- Kate, por que você estava rindo de Paul?

- Simples, o cara parece que esta tomando um choque, com aquela tremedeira toda. Diz pra ele da próxima vez deixar o vibrador em casa.

Voltamos pra casa rindo do lobo-babaca.

***
# Bella PDV #

O fim de noite foi incrível, ouvi muitas histórias de Edward, algumas me fizeram rir muito, e outras me deram vontade de chorar. Mas sempre que eu ficava meio sentida por suas experiências triste, ele segurava meu rosto em suas mãos e dizia:

- Não fique triste amor, isso já passou!

Eu sabia bem disso, minha tristeza era por não estar lá ao lado dele.

Beijamo-nos muito, tanto que temi ficar cansada te tanto beijá-lo... Tá legal, isso é uma mentira das grandes, rs. Sempre que ele começava um beijo por mais simples que fosse, sempre esse beijo tornava-se intenso e cheio de calor, e excitação. Por que vamos combinar? Ele beija muito bem, ele é meu namorado, tem um beijo mais doce de arrancar o fôlego e como se não bastasse tudo isso, ele é tão lindo que todos – menos eu, claro – deviam pagar para vê-lo! – tá bem, exagerei. Mas é por esse caminho.

Voltamos para casa com os braços cheios de suvenir do parque.

Ganhamos em todos os jogos do parque; três focas de pelúcia da barraca de basquete, quatro onçinhas super fofas na barraca de boliche, um urso polar de pelúcia quase do tamanho de uma criança de 4 anos na barraca de pesca, e muitos macaquinhos de varias cores na barraca das argolas, que só tinha prêmios pra criança.

Acho até que nunca mais vamos poder voltar lá, já que ganhamos em todas as barracas, eles vão pensar que subornamos as moças que cuidam dos jogos, rs.

- Vai ser engraçado, quando voltarmos assim. – eu comentei.

- Acho melhor voltarmos em um taxi. – ele sugeriu rindo bobamente arrumando a cobra de pelúcia em meu pescoço.

Nenhum de nós tinha espaço nas mãos, ou braços, e vários dos macaquinhos estavam presos ao cinto de Edward, as criancinhas passavam com suas mães, apontando pra gente e chorando, pedindo um, demos alguns macaquinhos verdes-musgo que não gostamos muito, então um carro parou na rua enfrente ao parque. Buzinando como doida, Jane saiu do carro e nos chamou.

- Anda logo Bella. – ela disse normalmente, sabendo que eu ouviria.

Andamos até o carro – que era o volvo de Edward, e lá dentro no banco dianteiro do carona, Alice riu descontrolada, enquanto ele e eu esvaziávamos nossas mãos.

- Vocês brincaram no parque, ou assaltaram uma loja de bichinhos de pelúcia? – Jane perguntou e tampou a boca para esconder o riso.

Era tanto bichinho no banco de trás que Edward me sentou em seu colo para que não os estragássemos sentando encima.

- Seu quarto vai ficar muuuito infantil agora – disse Alice. Soluçando de tanto rir.

- Tá legal garotas – disse Edward – eu sei que exageramos um pouquinho, mais chega.

- Um pouquinho? – disse Alice e Jane em concordância, logo caindo na gargalhada.

“Talvez não tenha sido ‘tão pouquinho’ quanto pensamos”. Eu pensei.

“Talvez” – ele pensou em resposta. “mas não me arrependo!” – ele concluiu, beijando meu pescoço. Fique toda arrepiada, se é que alguém me entende.

No carro, a caminho da minha casa, combinamos que dividiríamos os bichinhos de pelúcia. No começo, ele queria que tudo ficasse comigo, e Jane e Alice riam muito. Mas no fim eu o convenci de que ele deveria ficar com a metade, dizendo que faríamos uma troca, ele com o que eu ganhei e eu com o que ele ganhou. Jane e Alice riam dissimuladamente.

Assim que chegamos a minha casa, sentia a presença de todos, reunidos na sala, envoltos em uma conversa em que alguns estavam um tanto histéricos e preocupados. Mas foi o assunto que me fez para onde estava.

Os Lobos.

Porque sempre que minha família tinha uma conversa tão tensa e até certo ponto dramática, era o dedo, ou a pata, de um lobo que estava no meio.

- Lobo? – disse Alice descendo do carro, seguida por Jane, e eu não esperei que Edward abrisse a minha – como assim lobo?

- Eu não acredito que aqueles pulguentos se atreveram a mexer conosco outra vez. – disse Jane irritada. Eu tinha que acalmá-la, do contrario alguém iria se ferir.

Não tive tempo nem de falar.

Edward caiu no chão se contorcendo em dores ilusórias.

- Jane acalme-se, você machucando ele. – eu disse desesperada. Alice gritou por ajuda, tão desesperada quanto eu.

Jane fechou os olhos. A raiva dela era praticamente tangível. Droga ela tem de se acalmar.

Agachei-me ao lado de Edward e tentei fazer algo. Mas nada que viesse de mim ajudaria. Eu não poderia ajudá-lo. Mas tinha alguém que poderia.

- O que ouve? – perguntou Laurent saindo da casa, quando ouvi o grito de Alice.

- Jane esta furiosa, Edward era o mais próximo dela e acabou sendo atingido. – Passei o inventario a ele.

Edward ainda se retorcia, e estava com os dedos das mãos cravados no chão. E ele estava com uma expressão tão destruída, que parecia que ele iria se desfazer.

- Atingido pelo que? – perguntou Esme pulando para junto do filho.

Não respondi. Ninguém fez isso, pois Alec correu para o lado de sua esposa e com a mão sobre seu ombro, ele a fez desmaiar. Mas ela não foi a única. Edward também desmaiou.

(Vamos fingir que tirar os sentidos das pessoas pode fazer desmaiar também).

Tatuagens que você não deve fazer.

Sem comentarios ¬¬

Tatuagens que você não deve fazer.

O Diário de Bella Milka Cullen, Orgulhosamente apresenta:

Tatuagens que você não deve fazer.

Que circunstâncias levaram um cara negro, com um colar com as cores da bandeira da Jamaica e um poster do Spike Spiegel do Cowboy Bebop na pararede, a fazer uma tatuagem de uma suástica?







Impressionante! Esse Veado Beijando Uma Gata!

O.O

Chuva Vista da Janela do Avião

Sabe quando você tem a impressão que tá chovendo só em cima da sua cabeça?
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Jiraiya antes de abandonar a escola

♫♬ jira y a jaya, jira y a jaya… ♩♪
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