Capitulo 9 - Clique aqui!
Capitulo 10 - Lobo.boca e Dores ilusória
# Kate PDV #
Os adolescentes bêbados voltaram para a van e saíram antes do sol nascer. Eu fique andando na areia, descalça segurando minha Melissa em cada mão.
Ainda bem que troquei minha fantasia, por um vestido preto com detalhes em branco, que Vic me deu de presente no dia dos namorados.
Eu nunca passava essa data tão linda sozinha. Mas minha companhia era sempre a de um humano. Mas os encontros nunca passavam de uma ida ao cinema, ou ao teatro, uma conversa amigável – isso quando o rapaz não gaguejava, e depois, com se eu fosse o vento, desaparecia.
Eu sou romântica, mas nunca achei um vampiro por quem me apaixonar. E isso era frustrante. Minha beleza é digna de adoração, como a de muitas vampiras por aí, não como a beleza de Rosalie, claro que não, mas ajudava a não ficar de vela o tempo todo.
Era um grande esforço, não drenar o sangue dos caras com quem sai, mas eu faria tudo o que fosse possível para um dia achar meu amor verdadeiro.
Tirando-me do momento mais filosoficamente romântico que já tive, um rosnado altíssimo soou por dentre as arvores.
Estaquei no lugar onde estava. Não era um rosnado de vampiro, nunca ouvi nada tão selvagem e animalesco.
Seja lá o que for, saltou uma única vez e já estava atrás de mim, esse salto foi de quase 100 metros, do local das arvores ate mim.
Eu não consegui me virar, a coisa fedia tanto que se eu tivesse bebido sangue, talvez se possível, eu o estaria vomitando.
Minhas mãos, que estavam penduradas e firmes ao lado do meu corpo, juntaram a tão conhecida carga elétrica nas pontas dos meus dedos, se essa coisa me atacasse, eu estaria pronta para revidar.
A coisa fungou, absorvendo meu cheiro e logo fez um som estranho de repulsa, bufando em meu cabelo solto. O cheiro enviado a mim era horrível, e do ponto onde atingiu minha cabeça, pude notar o quão alto era aquilo. Suspirei pesadamente, sentindo como se o ar fosse rarefeito.
- Droga! – sussurrei a mim mesma.
Talvez eu estivesse muito encrencada.
# Irinia PDV #
Laurent e eu nos soltamos e corremos em direção a praia, estávamos bem perto, pois do ponto alto onde estávamos podíamos ver a areia pálida.
Corremos tão rápido que quando dei por mim, já podia ver as ondas quebrando-se na praia. Dali fomos caminhando e não correndo, pois eu não sabia quem rugiu, mas não foi um vampiro ou um leão já que eles raramente saem das montanhas.
Senti um aperto estranho no peito, no lugar em que meu seco coração estava. Eternamente parado.
- Olhe. – disse Laurent, apontando uma pilha de trapos, que poderiam ter sido roupas um dia.
Não ligando mais em ser vista, corri em direção à praia o mais rápido que pude, para um segundo depois, ver o lobo mais horrendo e gigantesco bufando nas costas de Kate, que devia estar concentrada em seu poder, pois a vi formar sua costumeira ‘luva’ de eletricidade de cor azulada.
Ela suspirou pesadamente. E sussurrou. – Droga!
- Kaaaaaaate. – gritei o mais alto que pude.
- Paul – Laurent chamou. Mas chamou quem? Não tinha mais ninguém na praia.
Em resposta, o lobo rugiu mais baixo.
- Não precisa atacar. Nada foi rompido. Elas são recém-chegadas. Deixe Kate em paz.
O lobo pulou, e adentrou a mata.
- Você conhece aquilo? – perguntei enquanto andava até Kate. – Está bem, Kate?
Quando coloquei minha mão em seu ombro.
- Ai, droga. Kate isso dói! – levei um baita choque, Edward estava certo quando me disse que doía muito.
- Aquele é Paul Black. Um lobisomem. – Laurent nos informou.
- Como assim? Isso não existe. É só lenda. – Kate disse virando-se para encará-lo.
- Vampiros também são pura lenda. E olha quanta lenda viva existe em Forks. – ele foi irônico, mais era verdade.
Processamos a informação e logo um odor parecido como do tal lobisomem, surgiu no ar.
- O fedorento tá por aqui! – disse Kate tampando o nariz.
- Como se vocês não fossem fedorentos... – disse o tal Paul Black. – Agora, parasita, me explique o que você falou sobre as parasitas novatas.
Parasita?
- Do que você me chamou? – Kate se irritou – Seu cachorro pulguento, como ousa? Te deixaram sem ração e você ficou nervosinho foi? Da próxima vez, busque o jornal, quando lhe mandarem. – ela provocou.
- Laurent, segure sua amiga sanguessuga antes que eu perca o controle.
- Você a ofendeu primeiro. – ele defendeu-nos. – Elas chegaram ontem pela noite em Forks.
- E você e sua corja nunca ouviram falar em telefone? – ele fez piada – nós já avisamos que não nos responsabilizamos caso vocês não avisem da chegada dos seus amiguinhos de tumba e alguém saia morto, ou seja lá o que acontece com os mortos-vivos.
Laurent ignorou as piadinhas do babaca do Paul.
- Não ligamos antes da chegada dele, porque não sabíamos que eles estavam chegando e... – Laurent disse.
- O que? – Paul o interrompeu – Então elas não são suas amigas? – ele perguntou começando a tremer.
Eu dei risada, mas logo parou.
- Claro que são nossas amigas. É uma longa história. Gostaria de falar com todos do seu bando sobre isso.
Agora fique abismada. Tem um bando de cachorros fedendo a gambá atropelado pelo caminhão de lixo?!
Trocamos mais algumas palavras com Paul, e estávamos voltando para casa. Combinamos com ele que ligaríamos mais tarde para combinar uma hora, para que os Swan e os Cullen fossem conversar com o bando Quileute. A caminho de casa Laurent me perguntou:
- Kate, por que você estava rindo de Paul?
- Simples, o cara parece que esta tomando um choque, com aquela tremedeira toda. Diz pra ele da próxima vez deixar o vibrador em casa.
Voltamos pra casa rindo do lobo-babaca.
***
# Bella PDV #
O fim de noite foi incrível, ouvi muitas histórias de Edward, algumas me fizeram rir muito, e outras me deram vontade de chorar. Mas sempre que eu ficava meio sentida por suas experiências triste, ele segurava meu rosto em suas mãos e dizia:
- Não fique triste amor, isso já passou!
Eu sabia bem disso, minha tristeza era por não estar lá ao lado dele.
Beijamo-nos muito, tanto que temi ficar cansada te tanto beijá-lo... Tá legal, isso é uma mentira das grandes, rs. Sempre que ele começava um beijo por mais simples que fosse, sempre esse beijo tornava-se intenso e cheio de calor, e excitação. Por que vamos combinar? Ele beija muito bem, ele é meu namorado, tem um beijo mais doce de arrancar o fôlego e como se não bastasse tudo isso, ele é tão lindo que todos – menos eu, claro – deviam pagar para vê-lo! – tá bem, exagerei. Mas é por esse caminho.
Voltamos para casa com os braços cheios de suvenir do parque.
Ganhamos em todos os jogos do parque; três focas de pelúcia da barraca de basquete, quatro onçinhas super fofas na barraca de boliche, um urso polar de pelúcia quase do tamanho de uma criança de 4 anos na barraca de pesca, e muitos macaquinhos de varias cores na barraca das argolas, que só tinha prêmios pra criança.
Acho até que nunca mais vamos poder voltar lá, já que ganhamos em todas as barracas, eles vão pensar que subornamos as moças que cuidam dos jogos, rs.
- Vai ser engraçado, quando voltarmos assim. – eu comentei.
- Acho melhor voltarmos em um taxi. – ele sugeriu rindo bobamente arrumando a cobra de pelúcia em meu pescoço.
Nenhum de nós tinha espaço nas mãos, ou braços, e vários dos macaquinhos estavam presos ao cinto de Edward, as criancinhas passavam com suas mães, apontando pra gente e chorando, pedindo um, demos alguns macaquinhos verdes-musgo que não gostamos muito, então um carro parou na rua enfrente ao parque. Buzinando como doida, Jane saiu do carro e nos chamou.
- Anda logo Bella. – ela disse normalmente, sabendo que eu ouviria.
Andamos até o carro – que era o volvo de Edward, e lá dentro no banco dianteiro do carona, Alice riu descontrolada, enquanto ele e eu esvaziávamos nossas mãos.
- Vocês brincaram no parque, ou assaltaram uma loja de bichinhos de pelúcia? – Jane perguntou e tampou a boca para esconder o riso.
Era tanto bichinho no banco de trás que Edward me sentou em seu colo para que não os estragássemos sentando encima.
- Seu quarto vai ficar muuuito infantil agora – disse Alice. Soluçando de tanto rir.
- Tá legal garotas – disse Edward – eu sei que exageramos um pouquinho, mais chega.
- Um pouquinho? – disse Alice e Jane em concordância, logo caindo na gargalhada.
“Talvez não tenha sido ‘tão pouquinho’ quanto pensamos”. Eu pensei.
“Talvez” – ele pensou em resposta. “mas não me arrependo!” – ele concluiu, beijando meu pescoço. Fique toda arrepiada, se é que alguém me entende.
No carro, a caminho da minha casa, combinamos que dividiríamos os bichinhos de pelúcia. No começo, ele queria que tudo ficasse comigo, e Jane e Alice riam muito. Mas no fim eu o convenci de que ele deveria ficar com a metade, dizendo que faríamos uma troca, ele com o que eu ganhei e eu com o que ele ganhou. Jane e Alice riam dissimuladamente.
Assim que chegamos a minha casa, sentia a presença de todos, reunidos na sala, envoltos em uma conversa em que alguns estavam um tanto histéricos e preocupados. Mas foi o assunto que me fez para onde estava.
Os Lobos.
Porque sempre que minha família tinha uma conversa tão tensa e até certo ponto dramática, era o dedo, ou a pata, de um lobo que estava no meio.
- Lobo? – disse Alice descendo do carro, seguida por Jane, e eu não esperei que Edward abrisse a minha – como assim lobo?
- Eu não acredito que aqueles pulguentos se atreveram a mexer conosco outra vez. – disse Jane irritada. Eu tinha que acalmá-la, do contrario alguém iria se ferir.
Não tive tempo nem de falar.
Edward caiu no chão se contorcendo em dores ilusórias.
- Jane acalme-se, você machucando ele. – eu disse desesperada. Alice gritou por ajuda, tão desesperada quanto eu.
Jane fechou os olhos. A raiva dela era praticamente tangível. Droga ela tem de se acalmar.
Agachei-me ao lado de Edward e tentei fazer algo. Mas nada que viesse de mim ajudaria. Eu não poderia ajudá-lo. Mas tinha alguém que poderia.
- O que ouve? – perguntou Laurent saindo da casa, quando ouvi o grito de Alice.
- Jane esta furiosa, Edward era o mais próximo dela e acabou sendo atingido. – Passei o inventario a ele.
Edward ainda se retorcia, e estava com os dedos das mãos cravados no chão. E ele estava com uma expressão tão destruída, que parecia que ele iria se desfazer.
- Atingido pelo que? – perguntou Esme pulando para junto do filho.
Não respondi. Ninguém fez isso, pois Alec correu para o lado de sua esposa e com a mão sobre seu ombro, ele a fez desmaiar. Mas ela não foi a única. Edward também desmaiou.
(Vamos fingir que tirar os sentidos das pessoas pode fazer desmaiar também).
sábado, 23 de janeiro de 2010
Tatuagens que você não deve fazer.
Sem comentarios ¬¬
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Tatuagens que você não deve fazer. II
Tatuagens que você não deve fazer.
O Diário de Bella Milka Cullen, Orgulhosamente apresenta:
Tatuagens que você não deve fazer.
Que circunstâncias levaram um cara negro, com um colar com as cores da bandeira da Jamaica e um poster do Spike Spiegel do Cowboy Bebop na pararede, a fazer uma tatuagem de uma suástica?
Tatuagens que você não deve fazer.
Que circunstâncias levaram um cara negro, com um colar com as cores da bandeira da Jamaica e um poster do Spike Spiegel do Cowboy Bebop na pararede, a fazer uma tatuagem de uma suástica?Chuva Vista da Janela do Avião
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Zuando sua cara
Jiraiya antes de abandonar a escola
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Jiraiya
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Queridas Leitoras,
Muito obrigada pelo carinho.
Venho responder a uma pergunta um tanto freqüente:
Pergunta:
Havera lemons?
Resposta:
SIM!!!
E não serão poucas... (66' -
Sou meio perva e a-d-o-r-o Lemons
Qualquer dúvida ou sugestão, vá até minha comunidade do orkut e deixe suas duvidas ou sugestões nos respectivos tópicos...
ROBeijos, xau, xau
Ass: Bella Milka Cullen.
Venho responder a uma pergunta um tanto freqüente:
Pergunta:
Havera lemons?
Resposta:
SIM!!!
E não serão poucas... (66' -
Qualquer dúvida ou sugestão, vá até minha comunidade do orkut e deixe suas duvidas ou sugestões nos respectivos tópicos...
ROBeijos, xau, xau
Ass: Bella Milka Cullen.
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66,
Bella Milka Cullen.,
lemons,
Respondendo os comentarios
Vampiros e Amor - Soltos em Forks, Capitulo 9.
Capitulo 9 - Novo Romance e Lobo mal.
Laurent PDV
Irinia é totalmente encantadora. Espero não estar sendo incomodo ou precipitado. Será que ela acompanhou-me simplesmente por educação. Se sim, porque ela aceitou meu convite de caçar tão rápida e animadamente?
- Estou adorando esse lugar, é totalmente encantador! – disse ela enquanto pulávamos para o ponto mais alto da grande rocha. Meu local favorito para meditar – Já trousse alguém aqui? – ela perguntou-me meio receosa.
- Não, - respondi sinceramente – sempre venho para ficar um pouco mais... Tranqüilo. Trabalhar em um hospital e ter tantos vampiros em casa às vezes me deixa sobrecarregado, tenho de fingir em todo lugar ser o tutor de Alec. Já James e Vic fingem serem os pais biológicos de Jane e Bella. Mas, me fale sobre você. – lhe pedi.
Eu estava falando muito, e queria saber mais sobre ela, seus costumes, suas preferências, tudo. Eu estava ficando viciado por qualquer movimento dela.
- Hummm, - ela pensou – Bom, Katrina e eu somos irmãs biológicas, fomos transformadas há uns 300 anos, eu acho. Por um vampiro que estava muito fraco e faminto, ele não tinha forças nem para manter-se em pé, me mordeu e bebeu pouquíssimo do meu sangue, mas quase matou Kate, a transformação dela demorou três dias, enquanto a mim apenas dois.
- Sabe o nome desse vampiro? – eu queria saber o nome do maldito que eu odiaria pelo resto da eternidade e destruiria se um dia o encontrasse. Não que eu não estivesse feliz por Irinia estar ao meu lado, mas aquele vampiro tirou sua humanidade, simplesmente para saciar sua maldita sede de sangue humano.
- Sim – ela respondeu – seu nome era Mort Rainer e ele encontrou-se com sua companheira na manhã em que a transformação de Kate estava completa.
- Quando você diz ‘era’ quer dizer... – eu disse, mas ela suspirou alto e com certa compaixão.
- Ficamos com muita raiva, Kate ‘cuidou’ da esposa e eu de Mort, depois fugimos para a floresta, não queríamos ter uma vida de assassinas e com certeza se ficássemos na cidade, próximas aos humanos, seria difícil nos segurar. Enquanto corríamos para o mais longe possível, encontramos Carlisle. Na verdade trombamos com ele, um esbarrão daqueles de arrancar a grama e estourar os tímpanos humanos. – rimos disso juntos e sua risada era tão linda que me fez pensar que essa é exatamente a risada de um anjo – uma clareira formou-se no local do encontro, quase desmontamos Carlisle com nossa força de recém-criadas – rimos novamente, realmente era muito engraçado. – nos juntamos a ele e 130 anos depois encontramos Esme, ela ainda era humana. Carlisle apaixonou-se perdidamente por ela. Mas ela estava noiva contra a própria vontade e odiava seu noivo por ele saber que ela não o amava e mesmo assim seguiria com os planos de casamento. Carlisle trabalhava no pequeno hospital local, na emergência, Kate e eu, bom, nós tentamos ser enfermeiras, mas a tentação era grande, e resolvemos ficar mais uma semana no Texas. Carlisle não queria interferir na vida de Esme, queria que ela tivesse filhos, e continuasse sua vida, humana e feliz. Naquela mesma semana o casamento dela foi anunciado no jornal local. Ele não quis nem sair do próprio quarto, ele a amava, e jurou deixá-la viver sua humanidade.
- Como ela tornou-se uma de nós? – eu disse baixo como um sussurro, “que historia fantástica você viveu” – eu pensei.
- Foi incrivelmente triste, Esme entrou em depressão. Seus pais não a ouviam quando ela recusava casar-se. Então fingindo aceitar tudo, Esme disse a seus pais que iria comprar mais flores para o casamento, já que as criadas de sua casa tinham cuidado do resto, o pai dela desconfiou que ela fugisse e mandou duas criadas junto a ela. Naquele dia Kate conseguiu tirar Carlisle do quarto e o levamos para caçar. Depois de algumas horas estávamos voltando quando ouvimos alguém gritando ao longe, próximo ao penhasco. Eram as criadas, que pediam socorro, Esme jogou-se do penhasco, que não era alto em comparação aos outros mais distantes. Ela sangrava muito e ele teve medo de que ou eu ou Kate não conseguíssemos nos conter. Mas não saímos do seu lado. As criadas não nos viram carregar Esme para longe, até nossa casa. Ele a colocou na mesa de jantar, que servia apenas como enfeite e pediu que o segurássemos caso ele não parasse.
- Incrível! – eu ofeguei. Eu conseguia imaginar como foi difícil para ele transformar a quem tanto amava. Eu não amava Bella como Carlisle a Esme. Com Bella era com se fosse minha filha, mas também a amava do meu modo.
- Pouco tempo depois, ele teve que repetir o mesmo com Edward. Não estávamos com ele, Kate queria deixar o casal sozinho, e quando voltamos da Rússia cinco anos depois, havia um jovem vampiro com olhos já dourados em nossa nova casa no Canadá. – ela parou e olhou-me carinhosamente – Depois vieram Carmen e Eleazar, eles viviam na Itália com os Volturi, Eleazar consegue sentir que tipo de poder alguém pode ter, sendo vampiro ou não. E Carmen também, mas o poder dela limitasse aos vampiros. Dez anos depois de unirem-se a nós, estávamos no Alaska e quando Carmen, Esme, Kate e eu saímos numa caçada de garota, encontramos dois vampiros loirinhos discutindo horrores.
#Flash back do encontro#
- Jasper seu cabeça de vento! – esbravejou a vampira loira.
- Rose, não seja mal agradecida, - defendeu-se o loirinho – foi você quem disse pra guardar um ou dois pra você!
– Quando eu disse para guardar um urso pra mim, era apenas um modo de falar. Não devia ter matado três ursos.
- Porque você tem que ser ‘ The Drama Queen’? Que saco, eu é que não vou beber o sangue dele, já estou bem satisfeito com as duas raposas.
- Não vou beber sangue frio e morto! – ela bateu o pé.
Saímos detrás das moitas, e eles logo pararam de discutir.
- Olá! – Carmen os saudou. – Somos as Cullen: sou Carmen, essas são Katrina, Esme e Irinia. Somos novas aqui.
- Oi. – saudou-nos ele – Sou Jasper e essa é minha irritante irmã Rosalie Hale. – ele riu, o que deixou Rosalie irritada.
Ela abaixou-se e pegou um grande punhado de neve. Fez uma bola, que em sua mão gélida de vampira, transformou-se numa bola de gelo. Que foi arremessada certeiramente em Jasper.
- Está aí, o quão irritante eu sou Jazz. – ela riu e nós também.
Ele devolveu na mesma moeda lhe jogando outra bola de gelo, mas a bola não atingiu Rose, e sim Kate, que sorriu maliciosamente para ele.
- Sinto muito, não queira acertá-la – ele parecia com medo de que atacássemos.
- Tudo bem Jasper, - disse Kate abaixando-se e formando uma bola de gelo. – eu posso lhe devolver o favor?
- Que? – seu rosto ficou meio confuso, confusão essa que sumiu quando ela levantou a bola de gelo, e arremessou propositalmente em Esme.
- Ei! Porque em mim? – ela também fez uma bola de neve e disse – Se é guerra que você quer...!
Lançou a bola, mais Kate abaixou-se e a bola quase me acertou.
Então.
– Guerra de neve! – eu gritei.
E todos abaixamo-nos e fizemos bolas de gelo, depois corremos para nos esconder nas árvores e grandes arbustos. Passamos horas assim.
#Fim do flash back#
- Hahaha! – eu gargalhei com a história – Que modo mais original de fazer amigos! – eu disse entre o riso.
- Foi muito divertido, até que Edward, Carlisle e Eleazar foram saber o porquê de tanta demora. Eleazar ganhou uma bola de gelo na cara, pois riamos muito e uma bola acertou a perna de Carmen e ela gritou de surpresa, ele entrou em um pulo, de dentro das arvores maiores, e derrubou Jasper no chão, o imobilizando. Até explicarmos tudo aos rapazes, Jasper já havia sido preso pelos braços de Edward e Carlisle, que ficaram surpresos por todas as garotas estarem praticamente implorando para que soltassem o pobre rapaz, já Rosálie ria horrores da situação que era realmente cômica.
- hahaha! Hilário, eu devo dizer. Realmente hilário. – eu a corrigi.
- Só que mais simples foram Alice e Emmett, ela teve uma visão e encontrou Em no caminho, eles já eram vampiros e viviam de forma diferente, pois não conheciam nosso estilo de vida. Ela contou sobre nossa família‘vegetariana’ e logo os dois vampiros menos semelhantes desse planeta, estavam batendo em nossa porta. Uma garota minúscula, tamanho PP, e um rapaz enorme tamanho extragrande. Ela tem visões do futuro e ele uma força anormal até mesmo para um vampiro. Jasper apaixonou-se pela pequena assim que a viu e ela correspondeu a cada sentimento dele. Rose e Em também, mas não a primeira vista. Ele teve muito trabalho para conquistá-la. Ela nunca dá o braço a torcer, mas uma vez Edward disse-me que tudo não passava de feminismo e uma pontada de orgulho, que ela o queria desde o momento que ele entrou em nossas vidas.
Então, enquanto processava tudo isso em minha mente, o lindo sol foi surgindo. Alice estava certa, faria sol demais para vampiros andarem a luz do dia.
Olhei para Irinia e ela estava deslumbrante. Seu brilho apagava qualquer coisa que ousasse ser mais belo.
Ela abril os olhos fitando-me carinhosamente, depois sorriu largamente dizendo – Você fica mais que encantador na luz do sol. – não preciso dizer que isso me fez ganhar o dia, preciso?
- Eu? – perguntei incrédulo – por um causo já se olhou no espelho Senhorita? – ela sorriu abertamente - Esta deslumbrante Irinia! Simplesmente encantadora.
Ela baixou um pouco o rosto, meio envergonhada. Mas envergonhada de que? Sua beleza é digna de um monumento em sua homenagem!
Estávamos sentados ao sol um em frente ao outro, meu brilho era diferente do dela, era avermelhado como um rubi, mesmo assim, belo.
Queria ver seus olhos, levantei seu queixo com meu dedo indicador, e ela olhou-me por baixo dos seus grandes cílios.
Não reparei antes que estávamos tão próximos, involuntariamente, diminui um pouco mais o espaço e ela não se afastou, pelo contrario, colocou sua mão em meu pescoço e levantou-se lentamente aos poucos para seus joelhos e se aproximou mais ainda de mim. A distancia agora era mínima, o que não durou um segundo sequer, pois levantei também aos meus joelhos e a beijei.
Ela poderia recusar-me se quisesse, pois não a prendi a mim, apenas deixei meu dedo em seu queixo enquanto a beijava docemente.
Mas ela não recusou, para meu total contentamento, ela correspondeu prontamente. Tornamo-nos a cada beijo, mais sedentos, ela mordiscou meu lábio inferior e isso foi tudo que precisei para prosseguir.
Enrolei meus braços em sua cintura fina e ela colocou as duas mãos espalmadas em meu peito. Tudo estava mais que perfeito, estávamos nos beijando mais que profundamente, e o gosto de sua boca era inebriante.
Minhas mãos iam descendo e as dela subindo, quando um rosnado ensurdecedor ecoou vindo da praia.
Só espero estar errado sobre esse rosnado.
Laurent PDV
Irinia é totalmente encantadora. Espero não estar sendo incomodo ou precipitado. Será que ela acompanhou-me simplesmente por educação. Se sim, porque ela aceitou meu convite de caçar tão rápida e animadamente?
- Estou adorando esse lugar, é totalmente encantador! – disse ela enquanto pulávamos para o ponto mais alto da grande rocha. Meu local favorito para meditar – Já trousse alguém aqui? – ela perguntou-me meio receosa.
- Não, - respondi sinceramente – sempre venho para ficar um pouco mais... Tranqüilo. Trabalhar em um hospital e ter tantos vampiros em casa às vezes me deixa sobrecarregado, tenho de fingir em todo lugar ser o tutor de Alec. Já James e Vic fingem serem os pais biológicos de Jane e Bella. Mas, me fale sobre você. – lhe pedi.
Eu estava falando muito, e queria saber mais sobre ela, seus costumes, suas preferências, tudo. Eu estava ficando viciado por qualquer movimento dela.
- Hummm, - ela pensou – Bom, Katrina e eu somos irmãs biológicas, fomos transformadas há uns 300 anos, eu acho. Por um vampiro que estava muito fraco e faminto, ele não tinha forças nem para manter-se em pé, me mordeu e bebeu pouquíssimo do meu sangue, mas quase matou Kate, a transformação dela demorou três dias, enquanto a mim apenas dois.
- Sabe o nome desse vampiro? – eu queria saber o nome do maldito que eu odiaria pelo resto da eternidade e destruiria se um dia o encontrasse. Não que eu não estivesse feliz por Irinia estar ao meu lado, mas aquele vampiro tirou sua humanidade, simplesmente para saciar sua maldita sede de sangue humano.
- Sim – ela respondeu – seu nome era Mort Rainer e ele encontrou-se com sua companheira na manhã em que a transformação de Kate estava completa.
- Quando você diz ‘era’ quer dizer... – eu disse, mas ela suspirou alto e com certa compaixão.
- Ficamos com muita raiva, Kate ‘cuidou’ da esposa e eu de Mort, depois fugimos para a floresta, não queríamos ter uma vida de assassinas e com certeza se ficássemos na cidade, próximas aos humanos, seria difícil nos segurar. Enquanto corríamos para o mais longe possível, encontramos Carlisle. Na verdade trombamos com ele, um esbarrão daqueles de arrancar a grama e estourar os tímpanos humanos. – rimos disso juntos e sua risada era tão linda que me fez pensar que essa é exatamente a risada de um anjo – uma clareira formou-se no local do encontro, quase desmontamos Carlisle com nossa força de recém-criadas – rimos novamente, realmente era muito engraçado. – nos juntamos a ele e 130 anos depois encontramos Esme, ela ainda era humana. Carlisle apaixonou-se perdidamente por ela. Mas ela estava noiva contra a própria vontade e odiava seu noivo por ele saber que ela não o amava e mesmo assim seguiria com os planos de casamento. Carlisle trabalhava no pequeno hospital local, na emergência, Kate e eu, bom, nós tentamos ser enfermeiras, mas a tentação era grande, e resolvemos ficar mais uma semana no Texas. Carlisle não queria interferir na vida de Esme, queria que ela tivesse filhos, e continuasse sua vida, humana e feliz. Naquela mesma semana o casamento dela foi anunciado no jornal local. Ele não quis nem sair do próprio quarto, ele a amava, e jurou deixá-la viver sua humanidade.
- Como ela tornou-se uma de nós? – eu disse baixo como um sussurro, “que historia fantástica você viveu” – eu pensei.
- Foi incrivelmente triste, Esme entrou em depressão. Seus pais não a ouviam quando ela recusava casar-se. Então fingindo aceitar tudo, Esme disse a seus pais que iria comprar mais flores para o casamento, já que as criadas de sua casa tinham cuidado do resto, o pai dela desconfiou que ela fugisse e mandou duas criadas junto a ela. Naquele dia Kate conseguiu tirar Carlisle do quarto e o levamos para caçar. Depois de algumas horas estávamos voltando quando ouvimos alguém gritando ao longe, próximo ao penhasco. Eram as criadas, que pediam socorro, Esme jogou-se do penhasco, que não era alto em comparação aos outros mais distantes. Ela sangrava muito e ele teve medo de que ou eu ou Kate não conseguíssemos nos conter. Mas não saímos do seu lado. As criadas não nos viram carregar Esme para longe, até nossa casa. Ele a colocou na mesa de jantar, que servia apenas como enfeite e pediu que o segurássemos caso ele não parasse.
- Incrível! – eu ofeguei. Eu conseguia imaginar como foi difícil para ele transformar a quem tanto amava. Eu não amava Bella como Carlisle a Esme. Com Bella era com se fosse minha filha, mas também a amava do meu modo.
- Pouco tempo depois, ele teve que repetir o mesmo com Edward. Não estávamos com ele, Kate queria deixar o casal sozinho, e quando voltamos da Rússia cinco anos depois, havia um jovem vampiro com olhos já dourados em nossa nova casa no Canadá. – ela parou e olhou-me carinhosamente – Depois vieram Carmen e Eleazar, eles viviam na Itália com os Volturi, Eleazar consegue sentir que tipo de poder alguém pode ter, sendo vampiro ou não. E Carmen também, mas o poder dela limitasse aos vampiros. Dez anos depois de unirem-se a nós, estávamos no Alaska e quando Carmen, Esme, Kate e eu saímos numa caçada de garota, encontramos dois vampiros loirinhos discutindo horrores.
#Flash back do encontro#
- Jasper seu cabeça de vento! – esbravejou a vampira loira.
- Rose, não seja mal agradecida, - defendeu-se o loirinho – foi você quem disse pra guardar um ou dois pra você!
– Quando eu disse para guardar um urso pra mim, era apenas um modo de falar. Não devia ter matado três ursos.
- Porque você tem que ser ‘ The Drama Queen’? Que saco, eu é que não vou beber o sangue dele, já estou bem satisfeito com as duas raposas.
- Não vou beber sangue frio e morto! – ela bateu o pé.
Saímos detrás das moitas, e eles logo pararam de discutir.
- Olá! – Carmen os saudou. – Somos as Cullen: sou Carmen, essas são Katrina, Esme e Irinia. Somos novas aqui.
- Oi. – saudou-nos ele – Sou Jasper e essa é minha irritante irmã Rosalie Hale. – ele riu, o que deixou Rosalie irritada.
Ela abaixou-se e pegou um grande punhado de neve. Fez uma bola, que em sua mão gélida de vampira, transformou-se numa bola de gelo. Que foi arremessada certeiramente em Jasper.
- Está aí, o quão irritante eu sou Jazz. – ela riu e nós também.
Ele devolveu na mesma moeda lhe jogando outra bola de gelo, mas a bola não atingiu Rose, e sim Kate, que sorriu maliciosamente para ele.
- Sinto muito, não queira acertá-la – ele parecia com medo de que atacássemos.
- Tudo bem Jasper, - disse Kate abaixando-se e formando uma bola de gelo. – eu posso lhe devolver o favor?
- Que? – seu rosto ficou meio confuso, confusão essa que sumiu quando ela levantou a bola de gelo, e arremessou propositalmente em Esme.
- Ei! Porque em mim? – ela também fez uma bola de neve e disse – Se é guerra que você quer...!
Lançou a bola, mais Kate abaixou-se e a bola quase me acertou.
Então.
– Guerra de neve! – eu gritei.
E todos abaixamo-nos e fizemos bolas de gelo, depois corremos para nos esconder nas árvores e grandes arbustos. Passamos horas assim.
#Fim do flash back#
- Hahaha! – eu gargalhei com a história – Que modo mais original de fazer amigos! – eu disse entre o riso.
- Foi muito divertido, até que Edward, Carlisle e Eleazar foram saber o porquê de tanta demora. Eleazar ganhou uma bola de gelo na cara, pois riamos muito e uma bola acertou a perna de Carmen e ela gritou de surpresa, ele entrou em um pulo, de dentro das arvores maiores, e derrubou Jasper no chão, o imobilizando. Até explicarmos tudo aos rapazes, Jasper já havia sido preso pelos braços de Edward e Carlisle, que ficaram surpresos por todas as garotas estarem praticamente implorando para que soltassem o pobre rapaz, já Rosálie ria horrores da situação que era realmente cômica.
- hahaha! Hilário, eu devo dizer. Realmente hilário. – eu a corrigi.
- Só que mais simples foram Alice e Emmett, ela teve uma visão e encontrou Em no caminho, eles já eram vampiros e viviam de forma diferente, pois não conheciam nosso estilo de vida. Ela contou sobre nossa família‘vegetariana’ e logo os dois vampiros menos semelhantes desse planeta, estavam batendo em nossa porta. Uma garota minúscula, tamanho PP, e um rapaz enorme tamanho extragrande. Ela tem visões do futuro e ele uma força anormal até mesmo para um vampiro. Jasper apaixonou-se pela pequena assim que a viu e ela correspondeu a cada sentimento dele. Rose e Em também, mas não a primeira vista. Ele teve muito trabalho para conquistá-la. Ela nunca dá o braço a torcer, mas uma vez Edward disse-me que tudo não passava de feminismo e uma pontada de orgulho, que ela o queria desde o momento que ele entrou em nossas vidas.
Então, enquanto processava tudo isso em minha mente, o lindo sol foi surgindo. Alice estava certa, faria sol demais para vampiros andarem a luz do dia.
Olhei para Irinia e ela estava deslumbrante. Seu brilho apagava qualquer coisa que ousasse ser mais belo.
Ela abril os olhos fitando-me carinhosamente, depois sorriu largamente dizendo – Você fica mais que encantador na luz do sol. – não preciso dizer que isso me fez ganhar o dia, preciso?
- Eu? – perguntei incrédulo – por um causo já se olhou no espelho Senhorita? – ela sorriu abertamente - Esta deslumbrante Irinia! Simplesmente encantadora.
Ela baixou um pouco o rosto, meio envergonhada. Mas envergonhada de que? Sua beleza é digna de um monumento em sua homenagem!
Estávamos sentados ao sol um em frente ao outro, meu brilho era diferente do dela, era avermelhado como um rubi, mesmo assim, belo.
Queria ver seus olhos, levantei seu queixo com meu dedo indicador, e ela olhou-me por baixo dos seus grandes cílios.
Não reparei antes que estávamos tão próximos, involuntariamente, diminui um pouco mais o espaço e ela não se afastou, pelo contrario, colocou sua mão em meu pescoço e levantou-se lentamente aos poucos para seus joelhos e se aproximou mais ainda de mim. A distancia agora era mínima, o que não durou um segundo sequer, pois levantei também aos meus joelhos e a beijei.
Ela poderia recusar-me se quisesse, pois não a prendi a mim, apenas deixei meu dedo em seu queixo enquanto a beijava docemente.
Mas ela não recusou, para meu total contentamento, ela correspondeu prontamente. Tornamo-nos a cada beijo, mais sedentos, ela mordiscou meu lábio inferior e isso foi tudo que precisei para prosseguir.
Enrolei meus braços em sua cintura fina e ela colocou as duas mãos espalmadas em meu peito. Tudo estava mais que perfeito, estávamos nos beijando mais que profundamente, e o gosto de sua boca era inebriante.
Minhas mãos iam descendo e as dela subindo, quando um rosnado ensurdecedor ecoou vindo da praia.
Só espero estar errado sobre esse rosnado.
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Capitulo 9.,
Vampiros e Amor - Soltos em Forks
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
→ Vampiros & Amor - Soltos em Forks. Capitulo 8
Capitulo 8 - Bebedeira e babaquices.
*\O/* Kate PDV *\O/*
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Tudo estava numa atmosfera tão romântica que eu estava pra explodir de felicidade.
Tá legal eu assumo, às vezes eu exagero, mais quem não faria o mesmo? Quem não tem teto de vidro, que atire a primeira pedra.
Edward reencontrou sua pequena garota, que é uma vampira, e isso é super romântico.
Carlisle e Esme estavam muito contentes por ver Edward vivendo novamente. Eles sempre diziam que ‘faltava algo nele’, que lhe tirava a vida.
Jasper estava do lado de fora da casa dos Swan com Emmett e Alec. Discutindo amistosamente qual era o melhor time de beisebol dos últimos tempos.
Garotos. ¬¬ Quem os entende afinal.
A ruiva Victoria e James seu marido, estavam saindo pelos fundos, abraçados.
Quando eu digo ‘abraçados’ é pouco para a situação dos dois. Beijo desesperados, as mãos dele indo a todo lugar que seus braços alcançavam e vi os dois entrando por uma porta pesada, feita de uma madeira muito grossa.
O que me perguntei é se essa porta e as paredes do local eram a prova de som, pois o jeito descontrolado deles faria um barulhão. Rs.
Laurent convidou Irinia e a mim para caçar. Não aceitei por dois motivos óbvios: primeiro, eu estava satisfeita. E segundo, por que estava mais que na cara que ele me convidou por educação e o bendito cavalheirismo, ele estava querendo mesmo era poder conversar com minha irmã a sós.
Alice e Jane estava lá encima no quarto andar aprontando alguma.
- Uau, Alice! – Jane disse rindo – essa coisa de ver o futuro deve ser tudo de bom.
- Bom – disse Alice – eu adoro saber de tudo que vai acontecer, quando perco alguma coisa, o que é raro, eu me sinto praticamente cega.
Ah! Essas duas conheceram-se há poucas horas e já eram grandes amigas. Se fossem humanas e irmãs, aposto que seriam gemias, do tipo que pensa o mesmo que a outra.
É Kate, você está sobrando no momento. disse a mim mesma.
Decidi conhecer a área, já que eu passaria um bom tempo por aqui.
Sai da casa pela porta da frente, entrei na floresta a frente e comecei a correr.
Tão relaxante, sentir o vento me atingir enquanto corria e meu cabelo vermelho-sangue solto e bagunçando-se com isso.
Vi pequenos animais escondendo-se de mim, eu sempre gostei de esquilo e coelhos, mesmo eles não gostando da presença de um predador próximo a eles. Alces, cervos, um casal de leões e raposas.
Quando olhei a minha volta, vi e ouvi o borbulhar do oceano agitando-se.
Onde diabos eu estava?
Agucei meus ouvidos, tentando achar alguém falando sobre o local desconhecido.
Ouvi o barulho de um grande carro aproximando-se da bela praia.
- Yeah! Chegamos a La Push, baby. – disse um rapazinho loiro e meio magrelo, totalmente bêbado.
- Tá muito frio Mike! – reclamou uma garota loira de farmácia, olhei bem para ela e reconheci, era Jessica Stanley ‘a menina chiclete’ como disse Edward hoje de manhã. Ela não estava muito sóbria.
- Ang, querida, não fica brava assim, eu não bebi muito. – disse um garoto meio oriental com a voz mais bêbada que a de Mike.
- Não, é? – me esquivei por entre duas arvores e vi a garota com óculos, até que bonitinha, desenhar com um galho seco, uma linha, que para ela devia ser reta. – se você conseguir passar por essa linha sem tropeçar nem cair ou qualquer outra coisa de bêbado, eu acredito em você.
- Tá-a legal, Angela, - ele soluçou – você quem pediu – ele tirou a jaqueta e largou-a no chão junto de sua lata de cerveja – eu sou o mestre das linhas re-tas. – sua voz estava tão engraçada, que tive de colocar a mão na boca para não cair na gargalhada.
Que humano fraco!
Ele só conseguiu provar que ela estava certa. Pois deu um passo a frente e caiu de cara na linha improvisada.
- Eric Stanley, seu bêbado burro! – Angela berrou, e pegou a lata de cerveja do chão, despejou todo o liquido na areia e depois voltou a van azul.
- Desculpa hic – ele disse todo chorão, e logo começou a chorar de verdade.
- Hahaha, que cara frouxo – disse Mike rindo feito um lunático.
Logo eles voltaram para a van, reclamando do frio. Era uma irresponsabilidade de minha parte deixá-los voltar naquele estado. Mas o que eu podia fazer? Se eu aparecesse, eles iriam desconfiar, por eu estar sozinha e sem carro, numa praia longe de minha casa
Todos menos a garota Angela, estavam bêbados como porcos.
[Nunca entendi essa expressão, afinal quem daria bebida alcoólica ao pobre suíno?]
*\O/* Kate PDV *\O/*
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Tudo estava numa atmosfera tão romântica que eu estava pra explodir de felicidade.
Tá legal eu assumo, às vezes eu exagero, mais quem não faria o mesmo? Quem não tem teto de vidro, que atire a primeira pedra.
Edward reencontrou sua pequena garota, que é uma vampira, e isso é super romântico.
Carlisle e Esme estavam muito contentes por ver Edward vivendo novamente. Eles sempre diziam que ‘faltava algo nele’, que lhe tirava a vida.
Jasper estava do lado de fora da casa dos Swan com Emmett e Alec. Discutindo amistosamente qual era o melhor time de beisebol dos últimos tempos.
Garotos. ¬¬ Quem os entende afinal.
A ruiva Victoria e James seu marido, estavam saindo pelos fundos, abraçados.
Quando eu digo ‘abraçados’ é pouco para a situação dos dois. Beijo desesperados, as mãos dele indo a todo lugar que seus braços alcançavam e vi os dois entrando por uma porta pesada, feita de uma madeira muito grossa.
O que me perguntei é se essa porta e as paredes do local eram a prova de som, pois o jeito descontrolado deles faria um barulhão. Rs.
Laurent convidou Irinia e a mim para caçar. Não aceitei por dois motivos óbvios: primeiro, eu estava satisfeita. E segundo, por que estava mais que na cara que ele me convidou por educação e o bendito cavalheirismo, ele estava querendo mesmo era poder conversar com minha irmã a sós.
Alice e Jane estava lá encima no quarto andar aprontando alguma.
- Uau, Alice! – Jane disse rindo – essa coisa de ver o futuro deve ser tudo de bom.
- Bom – disse Alice – eu adoro saber de tudo que vai acontecer, quando perco alguma coisa, o que é raro, eu me sinto praticamente cega.
Ah! Essas duas conheceram-se há poucas horas e já eram grandes amigas. Se fossem humanas e irmãs, aposto que seriam gemias, do tipo que pensa o mesmo que a outra.
É Kate, você está sobrando no momento. disse a mim mesma.
Decidi conhecer a área, já que eu passaria um bom tempo por aqui.
Sai da casa pela porta da frente, entrei na floresta a frente e comecei a correr.
Tão relaxante, sentir o vento me atingir enquanto corria e meu cabelo vermelho-sangue solto e bagunçando-se com isso.
Vi pequenos animais escondendo-se de mim, eu sempre gostei de esquilo e coelhos, mesmo eles não gostando da presença de um predador próximo a eles. Alces, cervos, um casal de leões e raposas.
Quando olhei a minha volta, vi e ouvi o borbulhar do oceano agitando-se.
Onde diabos eu estava?
Agucei meus ouvidos, tentando achar alguém falando sobre o local desconhecido.
Ouvi o barulho de um grande carro aproximando-se da bela praia.
- Yeah! Chegamos a La Push, baby. – disse um rapazinho loiro e meio magrelo, totalmente bêbado.
- Tá muito frio Mike! – reclamou uma garota loira de farmácia, olhei bem para ela e reconheci, era Jessica Stanley ‘a menina chiclete’ como disse Edward hoje de manhã. Ela não estava muito sóbria.
- Ang, querida, não fica brava assim, eu não bebi muito. – disse um garoto meio oriental com a voz mais bêbada que a de Mike.
- Não, é? – me esquivei por entre duas arvores e vi a garota com óculos, até que bonitinha, desenhar com um galho seco, uma linha, que para ela devia ser reta. – se você conseguir passar por essa linha sem tropeçar nem cair ou qualquer outra coisa de bêbado, eu acredito em você.
- Tá-a legal, Angela, - ele soluçou – você quem pediu – ele tirou a jaqueta e largou-a no chão junto de sua lata de cerveja – eu sou o mestre das linhas re-tas. – sua voz estava tão engraçada, que tive de colocar a mão na boca para não cair na gargalhada.
Que humano fraco!
Ele só conseguiu provar que ela estava certa. Pois deu um passo a frente e caiu de cara na linha improvisada.
- Eric Stanley, seu bêbado burro! – Angela berrou, e pegou a lata de cerveja do chão, despejou todo o liquido na areia e depois voltou a van azul.
- Desculpa hic – ele disse todo chorão, e logo começou a chorar de verdade.
- Hahaha, que cara frouxo – disse Mike rindo feito um lunático.
Logo eles voltaram para a van, reclamando do frio. Era uma irresponsabilidade de minha parte deixá-los voltar naquele estado. Mas o que eu podia fazer? Se eu aparecesse, eles iriam desconfiar, por eu estar sozinha e sem carro, numa praia longe de minha casa
Todos menos a garota Angela, estavam bêbados como porcos.
[Nunca entendi essa expressão, afinal quem daria bebida alcoólica ao pobre suíno?]
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
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