


Pierce Brosnan mencionou Robert Pattinson em uma entrevista recente para o The Daily Record. No próximo ano ele será visto com Robert Pattinson em Remember Me. Ele disse: 
Cheguei à casa dos Stanley rapidamente, com algo em minha mente pedindo para sair. Eu fui sozinha em minha Mercedes, seguida de perto por James e Victoria na Suzuki, Jane e Alec na Yamaha e Laurent na Ducati.
Assim que estacionamos os veículos, avistei Eric Stanley no jardim e ele parecia estar chateado com alguma coisa.
- Eric, tudo bem? – eu disse aproximando-me dele.
Seus olhos quase saltaram quando nos viu. "Caramba, elas são lindas de morrer" – ele pensou – "Será que hoje consigo chamar atenção da Bella?" – ele continuou – "Eu sei que estou com Angela mas..." – eu teria alguns problemas se ele insistisse em me levar para jantar ou qualquer coisa do tipo. Aliás, eu não terei problema algum vou embora amanhã, de qualquer forma tenho que evitá-lo.
- Oi Bella, - ele olhou por cima do meu ombro - fantasias legais.
- Valeu – respondeu Alec, animando-se – o que esta fazendo aqui fora, sozinho? Sua namora finalmente te chutou?
"Jane me faça o favor de pisar no pé do Alec?" – lhe enviei mentalmente. E logo ouvi Alec falar muito baixo algo sobre trapaça mental.
- Discuti com Angela novamente. O nosso namoro não é o mesmo de dois anos e meio atrás. "É pedir demais que ela estude menos e fique mais ao meu lado?" – ele pensou
- Talvez ela precise ser ouvida. – eu lhe aconselhei e ao mesmo tempo respondi a sua mental pergunta retórica. – Bom, nós vamos entrar, Ok?
- Claro – ele virou-se para ver quatro lindos carros estacionarem no local improvisado. – Ah, esperem. – ele disse antes que eu seguisse minha família, que já estavam á alguns passos de distancia. – aqueles são os recém-chegados.
- Recém-chegados? Quando eles chegaram? –perguntei intrigada por não ter notado um grupo de humanos aparecendo do nada.
- Eles chegaram ontem depois do por do sol, pelo menos foi o que Jess me disse. – depois disso Eric voltou à festa, desanimado como o bicho preguiça.
Agucei meus ouvidos para saber o que eles falavam dentro dos carros.
"Emmett preste atenção" – disse uma mulher com uma linda voz – "Carlisle querido, prossiga."
"Obrigado, mas eu só estava dizendo que não acho prudente ficarmos a festa toda. Sei que Forks é um lugar perfeito para nós, mais se ficarmos circulando excessivamente, alguém novamente pode juntar 1 + 1 e descobrir o que somos."
"Pai, - Um cara grandão interrompeu - se alguém juntar 1 + 1 vai ter apenas o número 2, nunca vão descobrir algo extraordinário sobre nós. Vai ficar tudo beleza. E... e..."
"Emmett, meu amor? - disse uma loira - Poderia fechar sua boca, querido? Por mim?" – ela pediu "Vai acabar babando na minha roupa desse jeito."
Número corações batendo dentro do carro: Nenhum.
Altura das vozes vindas de dentro do carro: Baixo, a nível da audição de vampiros.
Eles eram vampiros.
Eles eram onze vampiros.
Eles eram onze vampiros, na mesma cidade, na mesma festa, no mesmo perímetro de 50 metros.
- Olhem, é ela, eu achei. Uhuu. Sou o cara.
O cara grande como um armário apontava para mim freneticamente. Ele Saiu do caro e os homens de minha família colocaram-se a meu lado.
- Bella, quem é o cara? – perguntou Vic.
- Não sei – respondi.
- O que esta havendo? – perguntou Jane assustando-se.
- Oh, não acredito que vamos arrumar confusão justo hoje. – murmurrou Laurent.
Um homem loiro aproximou-se demonstrando liderança.
- Não queremos confusão. Sou o Dr. Carlisle Cullen e essa é minha família...
Os que ainda estavam dentro do carro do Dr. Cullen saíram. Uma vampira loira, uma baixinha e uma com cabelos em tom caramelo, um cara com uma roupa estranha de príncipe, mas também ouvi outras portas fechando-se.
Algo em mim fez-me mover.
- Essa é minha esposa Esme. – ele gesticulou para a mulher de cabelos caramelo – Esses são meus filhos Emmett e Jasper. – o grandão e o estranho príncipe – essas são minhas filhas Rosalie e Alice – a loira e a pequenina. – os dois são Carmen e Eleazar – ele gesticulou a um casal encostado no primeiro carro que mais parecia um monstruoso jipe. – As moças – ele apontou ao conversível vermelho com a capota suspensa – são Irinia e Kate. Somos os Cullen – ele parou e olho em volta. "onde ele estará?" – Carlisle pensou.
Mas antes que ele dissesse qualquer coisa Laurent se pronunciou, chamando a atenção de todos nós.
- Sou Laurent – ele começou apresentando-se – esses são Jane e Alec – ele os apontou e Alec abanou a mão sinalizando um ‘oi’ – e eles são Victoria e James. – ele apontou para os dois que estavam alguns passos atrás. – essa é Bella. Somos os Swan – me surpreendeu ele não ter me apresentado formalmente como Isabella no lugar de Bella.
- É um prazer conhecê-los. - disse Carlisle.
- Falta alguém senhor Cullen? - James perguntou, ele só pode ter sentido a presença de mais alguém.
- Realmente sim, meu filho mais velho. Não o vejo. - Carlisle olhou para a pequena Alice.
- Ele esta vindo pra cá agora mesmo. – ela informou sorrindo para mim. Particularmente pra mim.
Eu não sei dizer o que, mais algo nos Cullen me puxava, minha respiração ficou irregular, e percebi que não fui só eu. Alguém mais. Que não estava no grupo, respirou fundo ao mesmo tempo em que o fiz.
Esse alguém pareceu confuso. Não pensava em nada, pois só ouvi um breve silencio de sua mente, silencio esse que aumentou, quando os olhos dourados dele se encontraram com os meus.
Quase da mesma altura que eu. Cabelos estrategicamente bagunçados e acobreados . E devíamos estar com a mesma expressão vazia no rosto. Pois Jane e Vic vieram até mim e chamaram-me, eu acho, Jane cansou de esperar uma resposta e me sacudiu.
- Bella, o que você tem garota? Pelo menos pisca, dê-me um sinal de quase-vida. – ela disse mais alto0. Eu acho. Não conseguia desviar meus olhos de Edward, e ele tão pouco conseguia a mesma façanha.
- Edward, mano, não vá em direção a luz, fique conosco, fuja da luz. – implorava o lunático do Emmett, sacudindo rudemente seu irmão.
- O que será que eles dois têm? – perguntou Esme.
- Dois – disseram todos juntos.
#Flash back do Edward#
Minha pequena garota, que junto a mim ficou doente, ela foi levada para um medico e meus pais me levaram para fora do país.
Onde encontraram Carlisle Cullen, eu estava para morrer de uma doença rara e desconhecida, quando meus pais me deixaram sob os cuidado de Carlisle, eles tiveram de ir a uma cidade vizinha buscar remédios – já que Carlisle não podia me deixar, - graças à febre que sempre subia a temperaturas letais.
Quando voltavam foram assaltados em uma rua sem movimento, o maldito assaltante não se contentou apenas com o dinheiro, as jóias de minha mãe e meus remédios.
Minha linda mãe e meu valente pai foram friamente assassinados. Sentia tanta saudade deles. Carlisle jurou cuidar de mim eu senti muita dor, um fogo queimando-me impiedosamente as veias, Carlisle disse que a dor passaria logo e que eu era forte como um leão.
–"Leão, eu sempre fui um." Eu pensava – Carlisle disse que a dor era necessária, do contrario minha vida seria perdida.
Não perdi minha vida naquela noite de tempestade em Chicago. Mas perdi algo que era muito mais precioso pra mim.
Não lembro seu nome, mais sei que a chamava de ‘Anjinho’
#Fim do Flash back do Edward#
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#Flash back da Bella#
Os olhos verdes e alegres do meu leãozinho. Ele não gostava de ser chamado assim, mais quem mandou ele me dar um leão de pelúcia com olhos verdes como os dele?
Divertimo-nos muito naquele circo que chegou a cidade, vindo do Brasil. Infelizmente o show foi curto, alguns dos membros das apresentações estavam doentes.
Ele ganhou meu leão da montanha de pelúcia no tiro ao alvo, depois que saímos da grande lona onde estava montado o picadeiro. Voltamos rápido para casa, já que meu pai disse que eu deveria estar de volta antes do crepúsculo. Naquela linda tarde em Londres, fora da vista rigorosa de meu pai, meu leão dos olhos verdes me beijo, primeiro nas costas de minha mão, depois em minha testa, e finalmente depois de dois meses cortejando-me, eu ganhei um doce beijo nos lábios. Foi quente e meus joelhos ameaçaram me derrubar. Um singelo selinho. (a covernanta disse-me sobre beijos).
O mundo poderia cair que eu não ouviria, muito menos ligaria, se eu estivesse ao lado do meu bravo e amável leão, nada mais importaria.
Recebi a noticia assim que acordei:
Meu namorado ficou doente. Ao mesmo tempo em que fique. Nenhum medico das redondezas sabia explicar as febres altíssimas, nem por que tossíamos sangue.
Eu já estava ficando temerosa por ele, não queria que meu e destemido leão caísse abatido.
Umas semanas, depois do inicio de sintomas amedrontadores, nem ele nem eu conseguíamos sair de nossas camas, sem uma ajuda.
Conversávamos por bilhetes, que eram escritos e entregue por criados dos nossos pais. Já que nem escrever eu conseguia fazer sozinha.
O ultimo bilhete que recebi dizia:
"Querem me levar para fora do país, eu não quero me distanciar de você.
Para meu único amor... Anjinho
Assinado: Edward Anthony Masen."
Eu mandei – antes da ultima hora daquela manhã ensolarada – minha resposta:
"Estou de partida em busca de tratamento também. Vá, cure-se e volte para mim. Eu sempre irei amá-lo. Não importa o que aconteça comigo Edward. Serei sempre sua.
Assinado: Isabella Marie Swan."
Lembro-me vagamente de ser levada de um médico a outro. O diagnóstico que todos apresentavam, era o mesmo irremediável fim.
Morte.
"Não" eu pensava
"Não vou, não sem antes ver seus olhos verdes novamente." eu dizia a meu leão de pelúcia.
Minha memória começava a se esvair como pó na ventania. Tudo o que chegava, colocava algo para fora.
"Meu nome é Isabella Marie Swan, tenho 19 anos, nasci em Londres, na data de 13 de setembro de... de.. Droga, qual é o maldito ano em que nasci." Eu chorava...
Queria voltar para casa, mais meus pais queriam continuar procurando um médico que me curasse.
"Quero voltar, vê-lo novamente. Por tudo que é mais sagrado, me levem de volta à Londres." Eu implorava.
Mas nada mudava.
Eu não tinha mais forças para chorar ou implorar após outra semana, doente e sem ‘ele’. Levaram-me levou ao doutor Laurent. Ele também disse não saber o que eu tinha.
Meu pai Charlie, suicidou-se por conta do desgosto de ver sua única filha morrendo em plena juventude.
E minha mãe Renée, cometeu o mesmo ato, mas por desespero de não saber o que fazer de sua própria vida, pois ela vivia por essa família.
A dor infernal veio logo após, era o verdadeiro inferno. Minha mãe uma vez me disse que garotas que beijavam antes do casamento, não tinham lugar no céu. Eu fui renegada por um beijo, mas não sentia arrependimento.
Eu só lembrava-me do leãozinho de pelúcia. Mas não lembro o nome do rapaz de olhos verde-esmeraldas que me presenteou.
#Fim do flash back da Bella#
Era uma visão, não só uma das visões de Alice, essa mulher de capuz vermelho é a coisa mais linda e deslumbrante, nunca vi nada assim em quase 110 anos. Mas, algo nela, me era familiar, como se eu já a tivesse visto. Impossível. Eu me lembraria de ver tal anjo. Um corpo perfeito e...
- Edward, seu lunático. – berrou Em no meu ouvido – acorda cara, já estamos atrasados e você fica ai vegetando, que saco.
A visão do anjo de capuz vermelho se foi.
- Emmett, – eu disse segurando a ponte do meu nariz com o polegar e o indicador – me dê apenas um motivo pra eu não arrancar sua cabeça agora mesmo.
- Eu posso arrumar muitos motivos mocinho! – disse nossa mãe descendo escadas. – Porque todo esse nervosismo Edward?
- Mãe, - eu disse, indo a sua direção - eu vi uma mulher de capuz vermelho, acho que ela vai à festa, ela é linda, magnífica, não, não, não, ela é um anjo, isso, esse é bem melhor pra descrevê-la.
- Nossa. O Eddie tá apaixonado. – cantarolou Kate - O Eddie tá apaixonado. – Irinia se juntou a ela e Emmett também.
Nesse momento Alice e Jazz apareceram na curva da grande escada.
- Alice! – eu disse, soando meio desesperado. – O que foi isso? E por que parou do nada?
- Eu sei Edward, eu sei – disse ela chateada – Também fique chocada por não podermos sair pelos próximos três dias. Droga de sol chato. Pelo menos teremos essa festa, para nos distrair como humanos.
- Não Alice, eu não estava falando do sol. - eu disse ficando aflito - Eu me refiro à mulher de capuz vermelho. Sei bem que não ela é humana, o que você viu? Eu não consegui ver tudo graças ao lezado do Emm.
- Bom, eu vi uma vampira fantasiada de chapeuzinho vermelho, outra de mulher gato e uma de fada Sininho; um vampiro de Bob Marley, outro de Cowboy, e um de Peter Pan. Estão indo pra mesma festa que nós. E todos como nós tem poderes incríveis. Eu não vi mais que isso.
- Como você não viu que Forks já estava com certa lotação de vampiros, Alice querida? – perguntou Carmen, soando chocada.
- Eu não sei. – respondeu Alice – Verifiquei por muito tempo antes de nos mudarmos, e não havia vampiros aqui, nenhum mesmo.
- Mais eles estão aqui. – disse Eleazar abraçando protetoramente Carmen – Eles são recém-criados, Alice?
- Não. Os olhos são dourados também. – ela sorriu com a última parte.
- Isso significa – pronunciou-se Carlisle – que eles são vegetarianos como nós, e não acho que eles sejam perigosos, Eleazar. Agora precisamos descobrir por que Alice não os viu, e tudo estará bem.
- Carlisle, - começou Kate, preocupada – nossa família é de onze, mesmo que moremos em três casas separadas, nossos números são grandes. Com mais seis vampiros na mesma cidade... Pode ser muito risco a se correr.
- Os Volturi podem pensar algo totalmente equivocado. Dois grupos tão grandes para uma cidade tão pequena... – comentou Irinia também seria.
Então, antes que eu resolvesse interromper para saber mais da mulher de capuz, Alice teve outra visão.
# Visão #
- Vamos Jane, ou perderemos o avião. Não podemos correr a pé pela rodovia principal, sabia? Aprece Alec e James, isso não é hora de brincar de queda-de-braço. – disse a Chapeuzinho vermelho (já que eu não sei seu nome).
- Bella, você colocou minha calça preta na mala de mão como te pedi? – perguntou uma vampira loira aparentando ter 15 ou 16 anos que aposto ser a Jane.
- Sim, mais não coube na sua, então coloquei na minha.
#Fim da visão#
- Não espere, é só isso? – eu disse.
Eu queria vê-la novamente. Bella, agora eu tinha mais certeza de que já a conhecia. Mais como eu me esqueceria dela? A não ser que...
Meu raciocínio foi interrompido. Emmett me bateu com um livro na nuca.
- Viu só mãe, o cara esta vegetando. – defendeu-se o idiota – não precisa olhar-me desse jeito, poxa vida.
- Querem saber. – eu disse, pegando a chave do meu volvo e seguindo em direção a porta – se vocês vão ficar conversando, estou indo para a festa.
- Espere filho, nós também vamos. – disse Esme.
- Perder uma festa, isso não é pra mim. – disse Kate puxando Irinia pelo braço.
- Então andem rápido, vamos, perecem até humanos, sendo lentos desse jeito.
Irinia e Kate pararam a minha frente na porta aberta.
- Você está mesmo apaixonado pela Vampirinha do Capuz vermelho, não é Edward? – disse Kate acariciando meu rosto – Isso é ótimo. Pensei que você passaria toda a eternidade se lamentado por ter perdido sua primeira namorada, vou ter pensamentos muito positivos para tudo dar certo.
Era verdade.
Lamentei-me por muito tempo, mais depois de duas décadas procurando por ela com a ajuda de Carlisle, eu já não lembrava seu nome, nem do seu rosto lindo como uma manhã de primavera.
Minha memória humana foi sumindo, sendo substituída por novas lembranças. Minha pequena garota sumiu, da minha vida e da minha memória.
- Porque você tinha que falar nela Kate? – perguntou Emmett - Agora ele vai ficar todo vegetativo de novo. Mãe, você pode me devolver o livro, por favor?
- Emmett Cullen! – ouvi Esme sibilar entre ao dentes. – pare já com isso.
- Me perdoe querido, eu não sabia que... - Kate começou as desculpas, mas eu não fique estático por culpa dela, foi graças a ela. Não a estava culpando, eu iria agradecê-la por isso.
- Vejo vocês na casa dos Stanley, tchau! – eu disse sorrindo bobamente.
Corri para meu carro que estava na entrada da casa.
Antes de ligar o carro, ouvi Em murmurar num tom desligado. – "Coitado, ficou louquinho da Silva." – e logo após. – "Ai! Mãe para com isso."
Eu ri disso enquanto saia para a fora do alcance da casa.